Estratégia de Pessoas para Startups

gestão de startup
Estra­té­gia de Pes­so­as para Star­tups

Todos sabe­mos que o iní­cio de vida de uma star­tup é reple­ta de desa­fi­os: desen­vol­vi­men­to de pro­du­to, estra­té­gi­as de mar­ke­ting, obten­ção de inves­ti­men­tos. Dian­te dis­so, pre­o­cu­pa­ções com uma estra­té­gia de pes­so­as não são pri­o­ri­da­de, até por­que a mai­o­ria dos pro­je­tos come­ça com uma peque­na equi­pe de fun­da­do­res, que real­men­te não exi­ge tal foco.

Porém, à medi­da que a star­tup cres­ce (às vezes com aumen­to expo­nen­ci­al da equi­pe), o cená­rio muda radi­cal­men­te, o que tor­na uma estra­té­gia de pes­so­as fun­da­men­tal para um suces­so sus­ten­tá­vel. Dada a velo­ci­da­de com que isso acon­te­ce, mui­tos empre­en­de­do­res não estão aten­tos a essa neces­si­da­de, e a per­ce­be ape­nas quan­do o pro­ble­ma já tomou outras pro­por­ções. Como con­sequên­cia, a star­tup enfren­ta ris­cos que podem com­pro­me­ter a sobre­vi­vên­cia do negó­cio.

É impor­tan­te estar aten­to a alguns fato­res que tor­nam neces­sá­ria a defi­ni­ção estru­tu­ra­da de uma estra­té­gia de pes­so­as, a par­tir do momen­to em que a star­tup atin­ge uma equi­pe mai­or (na média, a par­tir de 50 pes­so­as).

A cul­tu­ra é o motor da empre­sa, pois ela defi­ne o com­por­ta­men­to das pes­so­as que tra­ba­lham ali. A star­tup geral­men­te nas­ce com a cul­tu­ra dos sóci­os, e enquan­to ape­nas eles atu­am, ela é devi­da­men­te man­ti­da. Porém, quan­do se pas­sa a con­tra­tar mais gen­te rapi­da­men­te, garan­tir que des­de o sócio até o esta­giá­rio atu­em com base nos mes­mos prin­cí­pi­os pas­sa a ser um gran­de desa­fio.

Outra ques­tão que ini­ci­al­men­te ine­xis­te e pas­sa a ser crí­ti­ca em star­tups é a neces­si­da­de de se esta­be­le­cer metas e medir a con­tri­bui­ção de cada um. Ava­li­ar a exe­cu­ção e dar um retor­no ao fun­ci­o­ná­rio é, mui­tas vezes, uma tare­fa difí­cil para os empre­en­de­do­res, que nem sem­pre têm expe­ri­ên­cia ante­ri­or em ges­tão de pes­so­as. Outra difi­cul­da­de é que ini­ci­al­men­te as pes­so­as tra­ba­lham ali sem esse tipo de “cobran­ça”, e há uma resis­tên­cia mui­to gran­de, espe­ci­al­men­te dos mais jovens (que cos­tu­mam ser a mai­o­ria nas star­tups), a ade­rir a essas polí­ti­cas. Indo mais lon­ge, a defi­ni­ção de obje­ti­vos e ava­li­a­ção de per­for­man­ce tam­bém não bas­tam. Elas depen­de­rão da cri­a­ção de uma cul­tu­ra de feed­backs efe­ti­vos, que dire­ci­o­ne as pes­so­as para o que elas pre­ci­sam rea­li­zar.

Quan­do o time se expan­de, tor­na-se tam­bém mui­to crí­ti­co acer­tar no recru­ta­men­to de pes­so­as. Mui­tas vezes, as pri­mei­ras con­tra­ta­ções inclu­em ami­gos, ou mes­mos cola­bo­ra­do­res de bai­xo cus­to, mes­mo que menos qua­li­fi­ca­dos. Porém, isso pode se rever­ter em um cus­to mui­to mai­or na for­ma de bai­xa pro­du­ti­vi­da­de, pro­ble­mas de qua­li­da­de nos pro­du­tos, alto tur­no­ver, entre outros pro­ble­mas. Star­tups geral­men­te não podem com­pe­tir em salá­rio com o mer­ca­do, o que faz com que o suces­so dos recru­ta­men­tos depen­da de uma estra­té­gia bem defi­ni­da para se “ven­der o desa­fio” para bons can­di­da­tos. Para além da cri­ti­ci­da­de da con­tra­ta­ção, outro fator que pode afe­tar mui­to as star­tups é a reten­ção de talen­tos. Como as empre­sas mai­o­res geral­men­te ofe­re­cem salá­ri­os e bene­fí­ci­os supe­ri­o­res, tor­na-se essen­ci­al uma estra­té­gia de pes­so­as que tra­ba­lhe a moti­va­ção, enga­ja­men­to e reten­ção.

Outra mudan­ça radi­cal que ocor­re com o cres­ci­men­to refe­re-se à comu­ni­ca­ção inter­na. Enquan­to a empre­sa é peque­na, as pes­so­as com­par­ti­lham facil­men­te os novos pro­je­tos e as mudan­ças de estra­té­gia. No entan­to, pas­sa a ser difí­cil dis­se­mi­nar a infor­ma­ção de for­ma efe­ti­va, quan­do a equi­pe aumen­ta. Se a velo­ci­da­de de entre­ga dos pro­je­tos pas­sa a ser mai­or do que a da comu­ni­ca­ção, pode-se ter con­sequên­ci­as mui­to gra­ves.

Todos os desa­fi­os que acom­pa­nham o cres­ci­men­to de star­tups reque­rem a defi­ni­ção de uma estra­té­gia de pes­so­as dife­ren­te das que se apli­cam em gran­des empre­sas, um mode­lo que leve em con­ta as par­ti­cu­la­ri­da­des e os recur­sos dis­po­ní­veis na star­tup.

A RV ofe­re­ce uma con­sul­to­ria total­men­te per­so­na­li­za­da na defi­ni­ção da estra­té­gia de pes­so­as para star­tups. Nos­sa abor­da­gem con­si­de­ra uma estra­té­gia defi­ni­da a quar­to mãos, onde os sóci­os entram com as par­ti­cu­la­ri­da­des de seu negó­cio, o conhe­ci­men­to de suas neces­si­da­des e a cul­tu­ra que dese­ja imple­men­tar e man­ter, e nós atu­a­mos como faci­li­ta­do­res do pro­ces­so de trans­for­mar tudo isso em uma estra­té­gia de pes­so­as que fun­ci­o­ne para o seu cená­rio. Melhor do que isso, que tenha a sim­pli­ci­da­de e o cus­to com­pa­tí­veis com o seu con­tex­to!

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